As datas do show “Maria Rita canta Elis”
E Portugal "gentem"???? Snif snif snif
terça-feira, 13 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Palavras são inúteis
Aquilo que liga duas pessoas existe além delas
inShare11
A gente cresce acreditando no poder das palavras. Desde criança, nos
dizem que, conversando, seremos capazes de acertar qualquer coisa, de
resolver qualquer situação. Infelizmente, não é verdade. Quando se trata
de relacionamentos, as palavras são inúteis.
Os sentimentos apaixonados que nos ligam a alguém não são criados por
palavras. Os desentendimentos que aos poucos ou de súbito nos separam da
pessoa não são provocados por palavras. Os sentimentos de perda, dor e
morte causados pelas rupturas tampouco são remediados por palavras. As
palavras descrevem, celebram, exaltam e lamentam nossas paixões, mas não
são responsáveis por elas. Quando se trata de amor, as palavras são
inúteis.
Não obstante, nós falamos. Cultivamos a ilusão de que o outro pode ser
envolvido, seduzido, convencido pela nossa retórica. Acreditamos,
fundalmentalmente, que o nosso desejo pode ser transmitido pela palavra.
Por isso, telefonamos, mandamos mensagens, escrevemos longos emails,
rabiscamos poemas, fazemos letras de música, marcamos conversas
dolorosas e intermináveis que – a rigor – não levam a lugar nenhum.
Quando existe um sentimento comum, as palavras são apenas acessórias.
Quando não há sentimento, elas agem como um bisturi: cortam, expõem e
dilaceram, mas não criam.
Tenho a impressão de que aquilo que liga dois seres humanos existe além
das palavras. Uma magia de natureza física ou psíquica dita que Fulana é
atraída por Sicrano ou vice-versa. Isso acontece de forma instantânea,
ou pode ser construído lentamente, mas não sobre o alicerce das
palavras. As palavras são apenas a aparência do que nos liga. Quando as
pessoas conversam, trocam entre si códigos que vão além do que elas
dizem. Há os olhos, as mãos, o corpo e a voz, que sinalizam uma espécie
de todo invisível. Há um conjunto de sinais nos quais um se expressa e o
outro se reconhece – e deseja, ou não deseja. O sentido das palavras
nessa troca é secundário. A mensagem profunda sobre quem se é já foi
passada antes.
Se isso não nos parece tão claro é porque vivemos num universo
revestido de palavras. Temos a sensação de que elas iniciam e finalizam
todos os atos, mas não é assim. As palavras são apenas sintomas. Quando
as pessoas se conhecem e se apaixonam, conversam da mesma forma como se
beijam, com fúria e com encantamento. No final, quando tudo acabou, as
palavras doem e escasseiam. Elas são repelidas pelo outro da mesma forma
que o toque, igual que o olhar. Temos a impressão de estar encerrando o
amor com as palavras, mas elas são apenas as flores do enterro. Quando
chegamos a elas, o desejo está morto.
Infelizmente, os ciclos de paixão e rejeição não são simultâneos. Eu
ainda estou cheio de palavras doces, mas você não quer mais ouvi-las. Ou
eu me dirijo a você com palavras de desejo e prazer, mas elas deixaram
de fazer sentido. Se você não sente mais o que eu sinto, não vai
entender o que eu digo. Nem será tocada pela magia das minhas palavras,
que se tornam inúteis. Quantas das nossas conversas não são trocas de
palavras inúteis? Tentamos transpor com elas o abismo da indiferença do
outro. Explicamos, sugerimos, argumentamos - inutilmente.
Então, economize palavras. Fique quieto e preste atenção. Escute o que
ela não diz. Entenda o que ele nem falou. Os gestos contam coisas, os
olhares antecipam. Atitudes valem mais do que declarações de amor – e
não podem ser substituídas ou consertadas por palavras.
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)
Rasgando avenidas ou desvendando planaltos.
"Na verdade, o mundo interior não divide as pessoas entre as estranhas e
as de família. Mas entre os viajantes e os aventureiros, os arquitectos
do nosso coração e os alquimistas. Os viajantes e os aventureiros são
pessoas que nos surpreendem, de passagem. Os arquitectos do nosso
coração rasgam avenidas ou desvendam planaltos. Os alquimistas
transformam-nos sempre que nos dizem: "Chega-te a mim… e deixa-te
estar"."
Em lista de espera:
Chega-te a Mim e Deixa-te Estar
Textos com psicologia
de Eduardo Sá
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
i carry your heart with me
[i carry your heart with me(i carry it in]
i carry your heart with me(i carry it in
my heart)i am never without it(anywhere
i go you go,my dear;and whatever is done
by only me is your doing,my darling)
i fear
no fate(for you are my fate,my sweet)i want
no world(for beautiful you are my world,my true)
and it’s you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;which grows
higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
i carry your heart(i carry it in my heart)
Porque as pessoas especiais entram nas nossas vidas e dela não saem jamais! E por isso estão todas elas aqui comigo,no meu coração,para toda a minha existência.
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